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Descobrir se uma empresa é boa para trabalhar envolve algumas etapas e canais de pesquisa. É o que o consultor Eduardo Ferraz, autor do livro “Seja a Pessoa Certa no Lugar Certo”, sugere como estratégia, em mais um dos vídeos de carreira:

http://exame.abril.com.br/videos/sua-carreira/como-saber-se-a-empresa-e-boa-para-trabalhar/

Com o final do ano chegando, os funcionários começam a se preparar para as festas corporativas de confraternização. Mas, ainda que o evento ocorra sempre, algumas pessoas ainda cometem erros e gafes graves.

Gisela Prochaska, diretora da agência de marketing e eventos corporativos Innovation, que realiza esse tipo de evento, diz já ter visto algumas situações curiosas. “O que eu mais vejo é que todo mundo se solta, e as paixões ocultas vêm a tona. Tudo fica muito claro nas festas de final de ano”, explica.

Para o consultor de gestão de pessoas Eduardo Ferraz, esse é um erro grave.

“Jogo de sedução não é legal. É normal que haja ‘namoricos’ entre funcionários fora do local de trabalho, mas não deve ficar explícito na festa. Ainda mais se misturar com bebida.”

Segundo ele, o exagero na bebida, aliás, é um dos piores e mais frequentes erros. “As pessoas estão cansadas, começam a beber e acabam baixando o nível, falando o que não deve”, explica.

Prochaska diz que não é incomum que as ambulâncias que ficam nos locais de festa tenham que atender pessoas que exageraram no álcool. “Sempre temos ambulância nos locais. Quando não é bebida, sempre tem uma mulher que cai do salto, alguém que se corta com um copo quebrado etc.”

Para Ferraz, outra gafe é aproveitar o evento para fazer pedidos ao chefe. “Não dá para pedir ‘feedback’, aumento ou promoção. Em festas tem que ser proibido falar de trabalho.”

Estar bem vestido também é importante. Segundo Ferraz, o ideal é não ir nem desleixado demais, e nem muito arrumado se a festa não pedir por isso. “Pense que você está indo trabalhar.”

Se a festa for menor, e os funcionários fizerem um amigo secreto com preço definido, não vale extrapolar no presente. “Isso é extremamente constrangedor, principalmente para quem recebe o presente caro e não sabe o que fazer”, diz o consultor.

E mesmo quem é tímido e introvertido não deve deixar de comparecer na confraternização. “Você pode ir, dar uma volta e ir embora. Isso não pega mal. Mas se você não for, vão notar a sua ausência.”

http://classificados.folha.uol.com.br/empregos/2013/12/1381397-produtora-mostra-gafes-nas-festas-de-empresas-veja-como-evita-las.shtml

Privilegiar parentes e misturar as finanças da empresa com os gastos pessoais são alguns exemplos.

Quais são os principais erros na gestão de uma pequena empresa familiar? 
Respondido por Eduardo Ferraz, especialista em gestão de pessoas

As micro e pequenas empresas, no Brasil, geram mais da metade dos empregos com carteira assinada e, se acrescentarmos a participação dos empreendedores e seus familiares, teremos cerca de dois terços do total das ocupações no setor privado brasileiro. Apesar de sua enorme importância, muitas empresas de pequeno porte fecham as portas nos primeiros cinco anos.

Muitas empresas começam com um foco definido e depois de alguns meses passam a atuar em áreas que não têm absolutamente nada a ver com o negócio original. Isso acaba dividindo a atenção e prejudicando a melhoria do principal serviço ou produto da empresa.

Veja abaixo cinco erros comuns que se conhecidos e evitados pelo empreendedor podem diminuir as chances da empresa fechar.

1. Falta de planejamento
A falha mais comum é o excesso de improviso gerado pela falta de um planejamento básico. Muitos empreendedores confiam demais em sua intuição e atuam na base da tentativa e erro olhando apenas o curto prazo.

2. Privilegiar parentes
Empregar parentes é absolutamente normal e, muitas vezes, necessário por uma questão de confiança e diminuição de custos. O problema começa quando não há controle de horários ou cobrança por resultados. Isso causa perda de autoridade e dá mau exemplo para os demais funcionários.

3. Misturar finanças
Misturar as finanças particulares com as despesas do dia-a-dia da empresa costuma causar um total descontrole de gastos. É fundamental ter contas bancárias separadas, definir uma retirada mensal fixa e ter disciplina para não usar o caixa da empresa para fins pessoais.

4. Não ter experiência
Os empreendedores de primeira viagem deveriam estudar muito bem os mercados que pretendem atuar antes de abrir qualquer negócio. É comum empresários falidos dizerem que jamais entrariam no ramo se soubessem como funcionava ou que teriam agido de maneira diferente se analisassem melhor o negócio.

5. Mau atendimento
Pequenas empresas deveriam dar enorme importância à satisfação de seus clientes e isso muitas vezes não acontece com a desculpa de que um serviço de primeira custa caro. Na verdade, o maior custo vem do mau atendimento que acaba afastando os consumidores e prejudicando o desenvolvimento de qualquer negócio.

http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/5-principais-erros-das-pequenas-empresas-familiares

 

“Na hora a gente dá um jeito”. Se você nasceu no Brasil, muito provavelmente ouviu essa frase em algum – ou vários – momentos da vida. Para o consultor em gestão de pessoas Eduardo Ferraz, o pensamento expressa a maneira encontrada pelos brasileiros para driblar as dificuldades. Mas a consagração do improviso cobra seu preço – e ele pode custar caro na hora de fechar negócios.

“O segredo de qualquer negociação com resultado razoável é a preparação”, diz o paranaense Ferraz, que já prestou trabalhos para empresas como Banco do Brasil, Bayer, Fiat e Sadia. “Mas o brasileiro tem como característica cultural se preparar pouco, acreditando que na hora H tudo dará certo.”

O pensamento estaria na gênese do suposto medo dos executivos em sentar na mesa de negociações. Sem embasamento para enfrentar eventuais questionamentos, muitos acabariam não se expondo para evitar a mera perspectiva de fracasso. Segundo pesquisa do LinkedIn, os profissionais daqui são os que mais temem o ato de negociar, seja em nome da empresa ou dos seus próprios interesses dentro da corporação.

Enquanto 6% dos entrevistados em oito países disseram ter receio de situações como essas, por aqui o percentual subiu para 21%. Conheça três passos simples que, na opinião de Ferraz, são imprescindíveis para liquidar a síndrome de Macunaíma, nome do mítico personagem de Mário de Andrade que usava o famoso jeitinho para se dar bem.

Conheça suas cartas – inclusive as ruins

Saber quais são os pontos fortes da sua proposta e em que medida eles fazem diferença para a empresa é fundamental para conseguir ter sucesso em qualquer investida. Igualmente importante, reforça o consultor Eduardo Ferraz, é reconhecer os pontos fracos que podem ser atacados.

“Não existem mais bobos no mercado e ocultar um possível contratempo denota falta de profissionalismo”. Segundo Ferraz, o autoconhecimento é a arma número um dos bons negociadores. Admitir o revés de um projeto é necessário para saber rebatê-lo sem titubear, mostrando que os possíveis ganhos com a operação falariam mais alto. A lógica vale tanto para a aquisição de uma companhia quanto para o pedido de promoção de um subordinado.

A admissão dos pontos fracos, como o consequente endividamento da companhia ou o risco de perder mercado com projetos inovadores, mostraria que o profissional joga às claras, aumentando sua credibilidade junto ao alto escalão. Portanto, defenda o mérito do seu pedido com unhas e dentes. Mas não aja como se fosse possível jogar seus defeitos para baixo do tapete.

Procure saber mais sobre os outros jogadores

O andamento de uma negociação sempre estará ligado a variáveis que fogem ao seu controle. O humor do mercado ou do seu superior podem ser determinantes para que sua proposta seja sumariamente descartada, independente de quão boa ela seja.

Por isso, analise o contexto e a personalidade do seu interlocutor antes de encaminhar seu pedido. Segundo Ferraz, a apresentação do negócio não deve durar horas. Mas é preciso investir muito mais tempo para estudar a situação do mercado e a receptividade de quem irá ouvir o que você tem a dizer.

Conte seus pontos

“O que não é palpável e mensurável não é defensável”, acredita Eduardo Ferraz. Na visão do consultor em gestão de pessoas, muitos brasileiros ainda encaram as relações profissionais na base do compadrio. “Não adianta estar no lugar há dez anos, já ter ajudado seu chefe ou quebrado algum galho, o que importa são os resultados que você pode apresentar.”

Se já emplacou projetos de sucesso, cooperou com a rentabilidade da empresa ou conseguiu reter boas pessoas na equipe, não hesite em usar isso a seu favor. Números e informações objetivas serão sempre bem-vindos na mesa de negociação.

http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/quem-e-malandro-nao-fecha-bons-negocios-inclusive-voce/