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Ótima conversa com o público onde, respondendo a perguntas, falei sobre introversão, extroversão, o que podemos mudar e o melhor, ser você mesmo. No final, atendendo a pedidos, ofereci uma oportunidade de fazer um treinamento de 8h comigo, incluindo análise de perfil comportamental DISC 360 e uma breve mentoria.

Essa turma terá apenas 15 vagas porque eu gosto de profundidade.

Interessados enviem mensagem para o WhatsApp 41 99134 2204.

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ClubHouse: Eduardo Ferraz

O autoconhecimento é a chave principal dos candidatos para evitar erros nas escolhas profissionais, segundo o consultor de gestão de pessoas Eduardo Ferraz, autor do livro “Seja a pessoa certa no lugar certo” (Editora Gente, 2013). A reportagem do Estado conversou com ele sobre esse tema. Veja trechos da entrevista.

Como uma pessoa pode aumentar suas chances de identificação com o trabalho?
Existem muitos livros de autoajuda dizendo que você pode ser qualquer coisa, basta querer – e essa é a maior falácia. Na verdade, temos uma estrutura de personalidade para sermos bons em muito pouca coisa, então temos de saber o máximo do que somos realmente bons e procurar trabalhar em cargos, empregos, funções, empresas e negócios que têm a ver com a base da nossa personalidade. Um tímido, por exemplo, nunca vai ser extrovertido, não adianta querer treiná-lo para ser um palestrante. Agora, ele pode fazer bons treinamentos para, quando tiver de fazer uma apresentação de meia hora a cada mês, conseguir se sair razoavelmente bem. Em outras palavras, se você é tímido, seja tímido 99% do tempo, não há problema. Há trabalhos e empregos em que ser tímido não é defeito, é qualidade. Por isso, o candidato tem de se conhecer.

A insatisfação no trabalho decorre do baixo nível de autoconhecimento ou da falta de pesquisa sobre o cargo e a função?
As duas coisas. Primeiro, há um autoconhecimento baixo, aliado àquela conversa de a pessoa poder ser o que quiser. Ela fala: “O trabalho é bom, a empresa é famosa, o salário é espetacular. Eu me viro”. E, na maior parte das vezes, não dá. Aí vem a segunda parte da fórmula que resulta na insatisfação. A pessoa não estuda nada a respeito da empresa antes de se candidatar. Na prática, não sabe como é a personalidade do chefe ou os valores da empresa: trata-se de uma companhia que cobra muito, tem pressão e um ambiente ruim, mas que paga muito bem? Ou é light, paga menos, mas dá estabilidade? Autoconhecimento dá trabalho. Você tem de fazer testes, checar hipóteses, pedir feedback. Tem de conhecer seus pontos fortes de fracos, conhecer bem os seus valores e comparar para ver se o que a empresa está oferecendo tem a ver, primeiro, com o seu perfil e, segundo, para ver se os valores são minimamente compatíveis com seu jeito de ser.

Como identificar valores das empresas se elas sempre tentam passar imagens positivas?
Uma das primeiras coisas que faço quando dou consultoria para organizações é dizer: “Pare de seduzir”. Em uma empresa que atendi, a pressão por resultados era altíssima, o presidente gostava de ligar para todo mundo nos fins de semana, de madrugada, em qualquer horário. Na época, eu disse para ele: “Você vai ter de contar tudo isso na entrevista”. E ele me disse: “Não, você está louco! Assim, eu vou eliminar 80% dos meus candidatos” É isso mesmo. Só vai ficar quem não se incomoda com isso. Na verdade, os valores da empresa estão descritos na “rádio peão” do dia a dia, ou seja, no que as pessoas que trabalham lá falam. Como um candidato descobre isso? Conversando com as pessoas e perguntando nas entrevistas de emprego. Algumas questões são cabíveis nas seleções, como: “Que horas vocês chegam e saem? É normal trabalhar no fim de semana? Quanto tempo, em média, uma pessoa do cargo levou para ser promovida?”.

Perguntar também mostra um pouco de quem a pessoa é…
Claro, eu fico absolutamente estarrecido quando, durante uma entrevista, eu abro a possibilidade para perguntas, e a pessoa diz que está satisfeita, que não tem dúvidas. Eu fico impressionado quando ela me aperta: pergunta como é o cargo, quanto tempo demora para ser promovido e quais são os critérios para aumento de salário. A pessoa, no entanto, tem de se conhecer, senão as perguntas não servem para nada. Eu repito: a prioridade da vida de qualquer profissional dos 18 aos 60 anos deve ser o de se conhecer bem. Você dá um show em uma entrevista se votem uma noção clara de quem você é – quais são os seus pontos fortes, onde você vai mal, quais são as características estruturais da sua personalidade (dominância, ou submissão, introversão ou extroversão, paciência ou impaciência, formalismo ou informalismo?), o que o motiva para trabalhar (é mais a grana, é mais a segurança do empregos, mais o aprendizado, mais a aprovação pessoal ou a autorrealização?).

E no currículo, a pessoa deve dar falar de sua personalidade?
Sim, deveria haver uma parte no currículo em que a pessoa pode colocar quais são as principais características de personalidade. No livro, eu coloco as minhas: eu sou um sujeito mais agressivo, mais dominante, mas sou introvertido, sou fechado. Sou impaciente e muito detalhista. Quem lê uma coisa dessas e procura uma pessoa mais sociável não vai me chamar. Qual é o problema disso? Quem me contrata o faz porque sou uma pessoa crica, e não porque sou amável.

O que fazer se as empresas não estiverem preparadas para tanta sinceridade?
Se a pessoa tem um bom histórico profissional e é muito boa, ela deveria dar graças a Deus de descobrir que a empresa não está preparada. Haverá outras oportunidades. Se ela está começando a carreira e não tem tanta coisa para mostrar por enquanto, pode falar menos e entrar na empresa para aprender, consciente dos riscos que está correndo. Claro que não vale a pena se a empresa for muito diferente dela.

http://economia.estadao.com.br/blogs/radar-do-emprego/2014/07/19/o-candidato-a-um-emprego-precisa-se-conhecer-bem/

Todos nós temos pontos fortes, pontos fracos e pontos limitantes. Para quem quer evoluir profissionalmente, a maior prioridade na vida deveria ser descobrir quais são seus talentos e aperfeiçoá-los. Ao mesmo tempo, os pontos fracos, aquelas áreas onde você tem pouca aptidão, mas não o atrapalham em nada, devem ser deixados de lado.

Já o ponto limitante é um ponto fraco que realmente está prejudicando muito sua carreira e que, por isso, deveria ser neutralizado ou atenuado para que os pontos fortes possam aparecer com mais intensidade. A timidez, por exemplo, pode ser um ponto limitante se estiver de alguma forma atrapalhando sua carreira!

Se uma pessoa tímida tem de se apresentar em público e obtém um mau desempenho, a introversão realmente torna-se um fator limitante. Se quiser continuar a exercer essa função, terá de fazer um bom curso de oratória e ou treinamentos para atenuar essa dificuldade, mesmo sabendo que isso não vai transformá-la em uma grande oradora ou torná-la extrovertida.

O professor mais brilhante que já conheci era gago até os 25 anos. Convenhamos que gagueira para quem quer dar aulas é um ponto limitante. Esse professor contou-me que fez vários cursos de oratória, participou de aulas de teatro, teve sessões de fonoaudiologia e não sossegou enquanto não atenuou bastante esse limitador.

Mas atenção: a maioria das pessoas só consegue consertar um ponto limitante de cada vez, pois a energia e o tempo gastos serão enormes, dada a dificuldade de aprimorar tarefas para as quais não se tem talento ou afinidade. Por isso, quando alguém me diz que está em um trabalho ou uma profissão que exige ajustes de três ou mais pontos limitantes, meu conselho é simples: “Mude de emprego ou profissão, pois você estána função errada”.

Existem dezenas de pontos que podem limitar ou atrapalhar a carreira. No entanto, selecionei os que são, segundo minha observação, de grande relevância no fracasso profissional de muita gente, independentemente da área em que se atue. Entre eles: Apatia, procrastinação, aversão aos estudos, resistência a mudanças, pessimismo, descompromisso, insegurança, instabilidade emocional, egoísmo e antipatia.

Quando você atenua ou diminui seus pontos limitantes, seus pontos fortes aparecem com muito mais intensidade, já que na maioria das vezes, as pessoas percebem mais facilmente os erros do que os acertos. Por isso, não se acomode e neutralize o que estiver limitando sua carreira. Procure ficar atento às situações em que seus limitantes costumam aparecer. Isso ajudará a percebê-los quando ainda não causaram problemas e ficará mais fácil diminuir sua intensidade.

 

* Eduardo Ferraz é consultor em Gestão de Pessoas há 25 anos e especialista em treinamentos usando como base a Neurociência comportamental. Acumula mais de 30.000 horas de experiência prática em empresas de vários segmentos.  É pós-graduado em Direção de Empresas e autor dos livros “Por que a gente é do jeito que a gente é?”, “Vencer é ser você” e “Seja a pessoa certa no lugar certo”, pela Editora Gente.

Sabemos que o autoconhecimento é um fator fundamental na vida das pessoas.

Quanto mais nos conhecemos, maiores também são as chances de sabermos quais são os nossos desejos, vontades, bem como insatisfações, angústias ou tristezas.

De acordo com o livro “Seja a pessoa certa no lugar certo”, do consultor em gestão de pessoas, Eduardo Ferraz, muita gente está insatisfeita ou frustrada com sua vida profissional. E isso, justamente por não terem a certeza de estarem no lugar mais adequado.

Engana-se quem pensa que esta é uma demanda exclusiva de jovens em início de sua vida profissional. Para Eduardo Ferraz, isso acontece com indivíduos em todos os estágios da carreira. E a principal causa da insatisfação profissional é que as pessoas se autoconhecem pouco, afirma o consultor.

Por não conhecerem sua personalidade a fundo, muita gente se sente tateando no escuro quanto à carreira. E para ser a pessoa certa no lugar certo é preciso aprimorar seu autoconhecimento e, com isso, saber escolher profissões, cargos ou atividades compatíveis com sua personalidade, esclarece Eduardo Ferraz.

Segundo o consultor, antes de mudar qualquer aspecto em sua profissão, ou de seguir uma nova direção, a pessoa precisa analisar dois pontos fundamentais: conhecer seus pontos fortes para aproveitá-los ao máximo, além de ter consciência de seus pontos limitantes para, então, ajustá-los.

Para isso, o profissional precisa entender o que é possível mudar e o que deve ser aceito para usar sua energia, bem como obter o melhor de si, finaliza o consultor Eduardo Ferraz.

http://estilo.br.msn.com/tempodemulher/carreira/5-dicas-para-desenvolver-o-autoconhecimento#image=1

Sabemos que o autoconhecimento é um fator fundamental na vida das pessoas.

Quanto mais nos conhecemos, maiores também são as chances de sabermos quais são os nossos desejos, vontades, bem como insatisfações, angústias ou tristezas.

De acordo com o livro “Seja a pessoa certa no lugar certo”, do consultor em gestão de pessoas, Eduardo Ferraz, muita gente está insatisfeita ou frustrada com sua vida profissional. E isso, justamente por não terem a certeza de estarem no lugar mais adequado.

Engana-se quem pensa que esta é uma demanda exclusiva de jovens em início de sua vida profissional. Para Eduardo Ferraz, isso acontece com indivíduos em todos os estágios da carreira. E a principal causa da insatisfação profissional é que as pessoas se autoconhecem pouco, afirma o consultor.

Por não conhecerem sua personalidade a fundo, muita gente se sente tateando no escuro quanto à carreira. E para ser a pessoa certa no lugar certo é preciso aprimorar seu autoconhecimento e, com isso, saber escolher profissões, cargos ou atividades compatíveis com sua personalidade, esclarece Eduardo Ferraz.

Segundo o consultor, antes de mudar qualquer aspecto em sua profissão, ou de seguir uma nova direção, a pessoa precisa analisar dois pontos fundamentais: conhecer seus pontos fortes para aproveitá-los ao máximo, além de ter consciência de seus pontos limitantes para, então, ajustá-los.

Para isso, o profissional precisa entender o que é possível mudar e o que deve ser aceito para usar sua energia, bem como obter o melhor de si, finaliza o consultor Eduardo Ferraz.

http://estilo.br.msn.com/tempodemulher/carreira/5-dicas-para-desenvolver-o-autoconhecimento#image=1

Emprestado da física, o termo resiliência é a capacidade de passar por situações difíceis sem surtar em maior ou menor grau. Nem todos possuem esta característica, mas, segundo especialista, é possível desenvolvê-la. Veja como em mais um dos vídeos de carreira.

http://exame.abril.com.br/videos/sua-carreira/naturalmente-nao-sou-resiliente-como-mudar

O começo de ano é sempre um bom momento para as pessoas avaliarem seu desempenho profissional, o desenvolvimento da carreira e, principalmente, planejarem como serem mais bem sucedidas.

Em meus 20 anos de carreira em consultorias, treinamentos e palestras, a pergunta que mais ouço é: Existem atalhos para o sucesso? E a resposta tem sido a seguinte: “O único caminho seguro para  alcançar o sucesso é aprimorar seus talentos e trabalhar para conquistar autoridade moral.”

Para ter uma carreira promissora, as pessoas deveriam se preocupar em acumular bagagem para obter autoridade moral, que nada mais é do que ter a reputação de alguém reconhecidamente competente para resolver problemas e identificar soluções. Uma pessoa, em qualquer profissão, sem autoridade é refém de muitas circunstâncias: crises, chefes incompetentes, falta de perspectiva, competição interna, futuro incerto. A maior vantagem (ou problema para quem não a tem) é que autoridade não se compra, se conquista.

A autoridade moral é composta por quatro fatores que se somam e se complementam. São eles:

1-  Conhecimento – Você tem que buscar os melhores conhecimentos técnicos existentes no mercado. Só faça o melhor que couber em seu bolso. A melhor graduação, pós-graduação, escola de idiomas, treinamentos.

2-  Prática Deliberada – Aprimore deliberadamente seus pontos fortes, conserte seus pontos limitantes e não perca tempo com seus pontos fracos.

3-  Profissionalismo – Além de ser uma pessoa ética, procure atingir a excelência no que faz. Cumpra tudo o que prometer e de preferência entregue um pouco além.

4-  Reputação – Conquiste o respeito por suas realizações, não por suas promessas. Credibilidade demora anos (às vezes décadas) para ser construída e minutos para ser perdida. Tome cuidado em preservá-la.

A soma dessas atitudes será correspondente à autoridade adquirida e é ela o maior patrimônio qualquer que seja sua profissão ou negócio.

Pequenos sucessos, como um elogio público do chefe, produzem uma sensação de alegria e situações desagradáveis, como ser repreendido, por exemplo, causam períodos de mal-estar. No entanto, o nível geral de satisfação, ou insatisfação, acaba voltando para uma linha de referência padrão, que varia de pessoa para pessoa.

Isso vale para um novo relacionamento, aumento de salário ou uma aquisição importante. Qual sua sensação após comprar um carro? Êxtase? Prazer? Orgulho? Quanto tempo dura essa euforia? Para algumas pessoas, dias, para outras, semanas. Da mesma forma, um desentendimento com um colega, ou uma briga no trânsito, podem deixá-lo de péssimo humor por um período maior ou menor.

Isso acontece porque temos um “termostato mental” que, automaticamente, regula a sensação de felicidade, ou de infelicidade, para um patamar relativamente constante. Os psicólogos chamam esse processo de adaptação sensorial. Essa tendência de sempre voltar para o mesmo nível de satisfação não se limita a acontecimentos rotineiros. Acontece mesmo sob condições mais extremas, de sucesso ou sofrimento. Uma superpromoção ou uma demissão inesperada deixaria qualquer um feliz ou arrasado. Seu termostato mental (sua configuração sináptica), porém, vai colocá-lo de volta ao mesmo patamar de antes, no máximo em alguns meses.

Isso quer dizer que há pessoas mentalmente “programadas” para sentirem-se insatisfeitas, independente do que aconteça na vida, bem como há pessoas que têm um modo de encarar a vida de maneira quase sempre positiva.

Qualquer que seja o nível de felicidade conferido por sua configuração cerebral, sempre haverá a oportunidade de aumentar a sensação de bem-estar, pois esta é, em grande parte, determinada pelo modo que você reage às situações boas ou ruins.

Para isso, sugiro três passos básicos:

1. Autoconhecimento – Como você costuma reagir a prazeres ou dissabores? Quanto tempo dura o bom ou mau humor?

2. Ajuste a interpretação – Usufrua por mais tempo as pequenas conquistas e releve os contratempos.

3. Perceba a diferença– Se você fizer isso com frequência, mudará aos poucos sua percepção sobre os acontecimentos do dia a dia.

Desse modo, ficará mais fácil controlar suas reações negativas, bem como aumentar sua sensação de bem estar. Estes pequenos ajustes o ajudarão a calibrar seu termostato mental para lidar melhor com os desafios e oportunidades que aparecem todos os dias.

Quem você realmente é? Uma pessoa dinâmica e empreendedora ou alguém impulsivo e agressivo? As definições que você interpreta sobre seus comportamentos nem sempre são reais. Já se perguntou como as pessoas a sua volta o veem de verdade? O ser humano distorce as suas percepções para sentir-se mais competente do que é. A maioria das pessoas tende a exagerar suas habilidades e a não reconhecer suas falhas e a maior consequência é que estas distorções induzem as pessoas ao erro, o que quase sempre as deixam frustradas e infelizes.

Uma pesquisa realizada pela Right Management, empresa especializada em soluções de consultoria, com quase seis mil participantes, mostrou que 48% responderam que “não estão felizes no trabalho”. Essa infelicidade provavelmente é fruto do baixo autoconhecimento, pois é comum as pessoas aceitarem um emprego sem analisar se as suas características de personalidade têm relação com o desafio do cargo.

Se, por exemplo, você se acha uma pessoa super divertida e nem seus amigos o convidam para sair, provavelmente sua autopercepção está errada. Uma maneira de diminuir a distorção entre suas percepções e as dos outros sobre você é usar a Janela de Johari – criada em 1955 por dois psicólogos americanos, Joseph Luft e Harrington Ingham.

Vamos a elas:

  • Arena: nesta janela se encontram os comportamentos conhecidos por você e por aqueles com quem você convive. Todos deveriam aumentar sua arena, pois os pontos fortes ficam mais evidentes e acabam sendo valorizados. Os pontos fracos também ficam explícitos, dando-lhe a oportunidade de ajustá-los ou aceitá-los melhor.
  • Mancha cega: aqui a pessoa não percebe o impacto (positivo ou negativo) que os seus comportamentos causam, mas quem convive com ela percebe imediatamente. Para diminuir essa janela, você precisa aceitar feedbacks e analisá-los como caminho para se conhecer melhor. Reconhecer uma crítica não significa mudar a personalidade, e sim, entendê-la melhor;
  • Fachada: são os comportamentos que, pelos mais diversos motivos, a pessoa conhece, mas não quer que os outros conheçam. É na fachada que está a intenção de controlar os outros. Mas, atenção: jogar muito tempo na fachada é um péssimo negócio, as empresas podem não ter tempo para esperar que suas verdadeiras atitudes sejam mostradas;
  • Desconhecido: representa fatores a personalidade que a pessoa não tem consciência e que os outros a sua volta também desconhecem. É o quadrante das motivações inconscientes.

O grande objetivo de usar a Janela de Johari é reforçar seu autoconhecimento para saber quais são os seus verdadeiros talentos e usá-los a seu favor. Portanto, aumente a sua ARENA, posicione-se de uma maneira mais transparente e saiba interpretar, de maneira construtiva, a opinião dos outros ao seu respeito. Só assim você saberá analisar se a empresa em questão é certa para você e se você é o profissional certo para ela.