Como melhorar a gestão de sua equipe
Respondido por Eduardo Ferraz, especialista em gestão de pessoas
Com a enorme falta de mão de obra qualificada que sofre o Brasil, a maioria dos gestores, principalmente de pequenas empresas, está tendo grande dificuldade em contratar novos talentos e acaba se resignando em manter na empresa profissionais que eles acham que poderiam ser trocados.
A verdade é que muitos desses funcionários “descartáveis” têm talentos que poderiam ser mais bem aproveitados. Quer obter melhores resultados com sua equipe atual? Analise as seguintes sugestões.
1. Dedique-se a conhecer melhor seus atuais colaboradores
Com uma análise detalhada do desempenho de cada pessoa, é possível descobrir quem está sendo subaproveitado e quem está sobrecarregado.
2. Dê novas oportunidades a quem merece
Dê novas oportunidades e desafios aos profissionais que têm alcançado consistentemente bons resultados em sua empresa.
3. Faça treinamentos focados em seu negócio
Bons treinamentos servem principalmente para aprimorar as habilidades técnicas e comportamentais de sua equipe. Portanto, seja seletivo e contrate aqueles treinamentos que tenham realmente a ver com seu negócio.
4. Coloque as pessoas certas nos lugares certos
Posicione as pessoas onde possam usar as características mais marcantes da personalidade. O perfeccionista gosta de organizar, o extrovertido de se relacionar, o dominante de comandar, o impaciente de acelerar.
5. Estipule recompensas individuais
A maioria das pessoas consegue um desempenho 20% a 30% superior quando as metas são justas, claras e, principalmente, premiadas individualmente.
6. Seja meritocrático
Premie, reconheça e promova os melhores, independente do tempo de casa que possuem.
http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/como-melhorar-a-gestao-de-sua-equipe
Especialista em liderança e gestão de pessoas lista quais são as atitudes que devem ser evitadas
A maior parte dos empreendedores, principalmente de pequenas empresas, toca seu negócio na base da tentativa e erro, fazendo muitas adaptações e corrigindo o rumo da empresa conforme surgem os problemas e as oportunidades. O lado positivo é a flexibilidade, o que dá boa margem de manobra, mas também gera erros e consequências ruins que podem ser evitadas. É sobre os principais erros cometidos e como evitá-los que falarei a seguir.
1. Excesso de informalidade
Ser pequeno não significa ser totalmente informal. Alguns empresários tocam o negócio como se todos os clientes e funcionários fossem velhos amigos. Muita gente se aproveita disso para abusar de sua boa vontade e vice-versa.
Isso gera uma tolerância muito maior com o erro e as pessoas se acostumam a produzir pouco, atrasar entregas, e demorar para pagar porque se sentem negociando com um “amigo” que aceita a ineficiência. Seu negócio precisa ter um mínimo de profissionalismo e formalidade para crescer e prosperar.
2. Falta de foco
Quando a empresa começa a dar certo o risco de perder o foco aumenta muito. A empresa começa, por exemplo, produzindo tijolos de alta qualidade e em alguns meses se endivida e começa a produzir telhas, que não têm a mesma qualidade. As vendas diminuem e todo negócio afunda. Mantenha o foco naquilo que sua empresa realmente faz muito bem e só diversifique depois de uma análise rigorosa. Isso acaba contaminando a equipe e prejudicando o negócio
3. Perfil inadequado
Quem tem um negócio próprio, quase sempre, trabalha muito mais do que quando era funcionário de outras empresas e, nos primeiros meses, ou anos, ganhará menos e correrá muito mais riscos. O empreendedor precisa ter uma personalidade que tolere bem estas dificuldades. Se você tiver o perfil adequado terá muito mais chances de ser bem sucedido.
Boris Groysberg, professor de administração em Harvard, lançou recentemente o livro “Perseguindo estrelas”, que discorre sobre a busca por profissionais muito talentosos — fator fundamental para o aumento de produtividade das empresas. Ele ressalta que é comum procurar e fazer propostas a estes profissionais esperando que eles apresentem o mesmo excelente trabalho ao mudarem de emprego e de companhia. No entanto, às vezes a mudança dá errado, e aquele que era considerado estrela acaba virando um cometa, pois não consegue brilhar por muito tempo, como ocorria no emprego anterior.
Fazendo uma rápida análise, isso acontece porque as culturas, valores e modo de atuação das organizações podem ser muito diferentes. Por isso, quem é muito bom em uma determinada companhia pode ser um grande fracasso em outra, por tentar seguir o modelo anterior, que na prática muitas vezes servia para aquela empresa onde ele trabalhava e não na nova.
É muito mais provável ter um alto índice de acerto se a pessoa promovida for formada por anos dentro de uma mesma cultura corporativa. Por isso, o melhor investimento de médio/longo prazo é preparar talentos, dentro da própria empresa.
Se, entretanto, sua necessidade é urgente e a decisão é a de contratar profissionais do mercado, seguem abaixo algumas sugestões para a seleção e o processo de adaptação de um novo contratado:
Invista tempo para conhecer a personalidade dos candidatos: Todo mundo deixa um rastro durante a vida e este histórico indica tendências futuras. Tudo o que uma pessoa conseguiu até agora e tudo o que espera conseguir é muito influenciado por sua personalidade.Portanto, é importante conhecer as particularidades dos candidatos.
Verifique se a personalidade do candidato é compatível com os valores da empresa: Apesar de a personalidade adquirir alguma maleabilidade com o passar dos anos, a estrutura (a base) continua sendo a mesma durante toda a vida. Por exemplo: se o candidato gosta de trabalhar sozinho e sua empresa valoriza o trabalho em grupo, não insista! O estilo dele continuará sendo o mesmo e a chance de conflitos será grande.
Identifique os pontos fortes: A inteligência e a eficiência de uma pessoa dependem de seu sucesso em tirar proveito de suas conexões mentais mais fortes.Analise quais são os maiores talentos do candidato e se estes podem ser totalmente utilizados em sua empresa.
Posicione a pessoa onde ela rendemais: Agenética e o ambiente geram um indivíduo talentoso à sua maneira, pela capacidade de reagir ao mundo de um jeito único. Depois da contratação, procure posicionar o novo colaborador onde ele possa usar seus talentos na maior parte do tempo. O perfeccionista gosta de organizar, o extrovertido de se relacionar, o dominante de comandar, o impaciente de acelerar.
Promova treinamentos constantemente: Pessoas talentosas precisam de bons treinamentos para aprimorar mais rapidamente seus pontos fortes. Isso fará com que o novo colaborador entenda mais rapidamente os processos mais importantes.
Ajude o novo colaborador a se ambientar politicamente: Os funcionários mais antigos podem ficar um pouco enciumados com a vinda da alguém de fora. É fundamental que o gestor ajude a “quebrar o gelo” nos primeiros três meses, que costuma ser o período crítico de adaptação.
Estas seis ações podem dar a qualquer gestor condições práticas de ajudar com que uma estrela continue brilhando no novo emprego.
http://revistavocerh.abril.com.br/materia/como-fazer-com-que-o-recem-contratado-continue-brilhante
O que um garoto à deriva, um caçador de recompensas e um ex-presidente americano podem trazer de útil para a sua carreira? Se depender dos roteiros que disputam a estatueta de melhor filme do Oscar 2013 a resposta é muito.
Após uma maratona pelas salas de cinema, perguntamos a especialistas em criatividade, recrutamento e coaching quais produções poderiam ser aplicadas ao cotidiano corporativo.
A conclusão é que dos nove filmes nomeados, pelo menos seis podem diretamente inspirar a sua rotina daqui pra frente. Confira:
1- Django Livre
O exemplo de Shultz 1: O personagem interpretado por Christopher Waltz (Dr. King Schultz) traz uma lição sobre como encarar situações complexas. “Ele não se exalta, tem um excelente humor”, afirma Marco Oliveira.
O exemplo de Shultz 2: Além disso, na opinião de Ferraz, o personagem interpretado por Waltz é tão elaborado que rouba a cena. Fato que traz outra lição para o mundo corporativo: “Nas empresas, muitas vezes, é um cara do terceiro escalão que faz a diferença”, diz.
2- As Aventuras de Pi
Maturidade: Fátima Motta, da F&M Consultores, encara o filme como a trajetória pelo mar da vida que todos temos que navegar rumo à maturidade. Entre as várias metáforas do filme, ela interpreta o tigre Richard Parker como o ego que jaz dentro de todos nós. “A gente amadurece na hora que conseguimos dominar nosso ego, desapegar das coisas que ele traz como o orgulho. Este tende a ser um momento muito profundo”, afirma.
Resiliência: Como você reage em situações de extrema tensão? Nos mais de 200 dias à deriva, o indiano Pi conseguiu sobreviver. “Ele encara aquelas situações de uma maneira fantástica”, diz Marco Oliveira, um dos autores do livro “Os filmes que todo gerente deve ver” (Editora Saraiva). E a persistência e resiliência de Pi devem ser exemplo no mundo corporativo também.
Competição boa: “O que manteve o personagem vivo foi o tigre”, diz Ferraz. “Às vezes, o que nos mantém vivos é o inimigo. O que nos impulsiona à frente é a concorrência”. No filme, o personagem teve que dormir com olhos atentos e foi isso que determinou a sobrevivência dele.
3- Os Miseráveis
Propósito: De acordo com Fátima Motta, um objetivo verdadeiro faz toda a diferença na vida de um líder. “Fica muito claro que o mocinho da história faz toda a diferença porque tem propósitos muito arraigados”, diz.
Olhar o todo: Por outro lado, “quando você lidera e não olha o todo, você mata inocentes”, diz a especialista. “A pessoa pode fazer atrocidades se ficar preso a valores que não fazem mais sentido”. Por isso, Ferraz pondera, é essencial colocar a sua missão dentro dos limites do bom senso.
Trabalho em equipe: “Quando o propósito é verdadeiro e maior, ele vai além dos objetivos individuais. Por ele, vale a pena morrer”, diz Fátima.
4- Lincoln
Em nome do resultado: De acordo com Pedro Grawunder, um dos autores do livro “Os filmes que todo gerente deve ver” (Editora Saraiva), a trama é um excelente exemplo sobre como lidar com pessoas que têm interesses diferentes dos seus. “Para ele, o que estava acima de tudo era trabalhar com pessoas competentes, não importava a rivalidade política”, diz. “O resultado era mais importante”.
Jogo de cintura: Outro ponto, segundo Eduardo Ferraz, autor do livro “Vencer é ser você” (Editora Gente), são as concessões feitas por ele e mostradas no filme. “Ele teve que fazer um monte de gambiarra para conseguir a aprovação”, diz. “No trabalho, mesmo diante de um objetivo nobre, você precisará de muito jogo de cintura para negociar”.
Dedicação: A performance do britânico Daniel Day Lewis, favorito ao Oscar de melhor ator este ano, também tem muito a ensinar, segundo Ferraz. “A dedicação do ator para incorporar o personagem é tocante.
5- Argo
Inovação: “O filme ilustra o lampejo de criatividade que levou o agente a ter uma ideia tão esdrúxula. Do ponto de vista da inovação, vale à pena aproveitar todos os lances desse agente na busca da credibilidade para sua ideia maluca”, diz Gisela Kassoy, especialista em inovação e criatividade.
Escanteio: Considerada uma das principais injustiças do Oscar 2013, a não nomeação de Ben Affleck para diretor também pode lembrar os profissionais de uma verdade do mundo corporativo: “Mesmo você sendo muito bom, às vezes, por questões de política, será deixado de lado”, diz Ferraz.
6- A Hora Mais Escura
Ética versus missão: O filme traz vários questionamentos sobre os limites de uma missão e a ética no trabalho. Segundo Pedro Grawunder, ao longo de toda a trama há a questão sobre o que é válido para capturar o terrorista. “Ela tinha uma missão e, para ela, isso era mais importante do que qualquer norma da organização”, afirma.
Impopular: Alguns críticos afirmam que exatamente por conta do tom crítico do filme há parcas chances de ele abocanhar a estatueta. AO mesmo tempo, a diretora não foi uma das indicadas. A lição disso para Ferraz? “Alguém sempre tem que fazer ações não populares na empresa, desde demitir até cortar custos”, diz. Exatamente como Kathryn Bigelow ao expor detalhes da caçada mais aclamada em território americano.
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Juventude não é obstáculo para quem deseja se lançar na vida empresarial, mas é preciso ter cuidado e disposição para superar a desconfiança do mercado e falta de experiência
Estudo da Ilumeo – empresa de pesquisas de mercado – aponta que 40% dos jovens que estudam ou trabalham com tecnologia querem abrir um negócio próprio nos próximos anos. Em outras áreas, esse índice pode ser menor, mas não resta dúvida que o ímpeto do empreendedorismo é marcante na faixa etária até 30 anos. O consultor em gestão de pessoas, Eduardo Ferraz, destaca, no entanto, que, mesmo com tanta disposição, bem poucos terão sucesso na iniciativa.
O especialista enfatiza os principais obstáculos na vida dos jovens empresários de primeira viagem: falta de investimento inicial, falta de capacitação técnica e falta de conhecimento sobre administração e mercado. Em Manaus, jovens empreendedores conhecem bem esses percalços, e dão a receita para superá-los.
O arquiteto João Augusto Pinheiro, 28 anos, estudou o mercado, buscou diferenciais, investiu em capacitação e abriu seu próprio negócio, a J. Augusto Arquitetura & Construção. A empresa já tem projetos de porte no portfólio e começa a se destacar no concorrido mercado local.
Antes de se lançar na aventura empreendedora, o arquiteto se preparou: ampliou sua visão profissional na Universidade de Coimbra, em Portugal; de volta a Manaus, trabalhou em escritórios de arquitetos renomados. “Isso me possibilitou um aparato técnico e percepção de diversas fases e organização de um escritório consolidado”, conta.
Segundo Eduardo Ferraz, preparação e planejamento são passos fundamentais muitas vezes menosprezados pelos jovens. “Qual a real necessidade financeira? Como vender o produto? Fazer uma análise detalhada de mercado e saber em quanto tempo começará a dar lucro também são pontos importantes. Com isso em mãos fica mais fácil atrair sócios ou investidores”, orienta.
Executivos precoces, resultados expressivos
Para o empresário Beto Pontes, 31, especialista em Gestão de Pessoas e administrador da rede de salões Amanda Beauty Center, a pouca idade não foi um fator negativo para conquistar o crescimento profissional. Muito jovem e filho único, Pontes assumiu a gestão de um salão de beleza aos 23 anos, após a morte de sua mãe, em 2005. Na época, Pontes concluía o curso de Administração e aceitou o desafio de dar continuidade ao negócio da família.
Apesar da pouca experiência de gestão, Pontes conseguiu ampliar o número de lojas em oito anos, passando a adquirir três unidades em centros comerciais de Manaus e está na expectativa de inaugurar o quarto empreendimento neste semestre, no Shopping Ponta Negra.
“Embora tenha participado do funcionamento do salão e ter ajudado minha mãe na administração, tive que aprender muitas coisas novas. Fazer cursos. Conhecer novos empreendimentos. Participar de feiras do segmento para obter todo conhecimento necessário. E, claro, o sucesso veio com o tempo”, revela, ao destacar que o jovem precisa acreditar no que faz e ter perseverança.

Esta é a mesma receita seguida pelo engenheiro Frededico Amim, sócio da Jetcasa Pintura. Ele conta que, para adquirir um pouco mais de know-how, chegou a trabalhar por ano em uma empresa privada, adquirindo experiência e conhecimento. “Passei um ano trabalhando. Depois pedi para sair e montar meu próprio negócio. Tive muitas dificuldades, mas foram e são superadas gradativamente”. Apesar da empresa ainda ser nova, já obteve muitas conquistas.
Tem que ter perfil certo
O consultor Eduardo Ferraz saliente que os candidatos a empresários precisam avaliar se têm perfil para isso antes de iniciar o projeto. “Ele precisa ser determinado, saber comandar, conseguir trabalhar sob pressão, ter alta tolerância à frustração e não ter medo de arriscar. O histórico de vida dará claras indicações se o jovem tem estas atribuições”, diz.
Caso o jovem não tenha uma ou mais dessas qualidades, ainda poderá empreender, mas é altamente aconselhável encontrar um sócio com as características que lhe faltam. Além disso, deverá estudar para aperfeiçoar suas próprias qualificações.
Os programas do Sebrae, em todo o Brasil costumam ser muito úteis para empreendedores iniciantes. A Fundação Getúlio Vargas também conta com cursos livres desenhados para essa finalidade.
Respeitar as diferenças e compartilhar informações são atitudes motivadoras
É cada vez mais comum as pessoas passarem grande parte de seu tempo dentro das empresas. Locais de trabalho sem regras claras, excesso de cobranças, protecionismo ou muita fofoca acabam afetando negativamente o desempenho de qualquer pessoa.
Por outro lado, ambientes com um clima positivo acabam sendo fundamentais não só para o aumento da produtividade, mas para o bem-estar físico e mental dos profissionais que lá trabalham. Pessoas bem integradas, motivadas e respeitadas são muito mais produtivas, pois conseguem administrar os problemas e desafios do cotidiano com muito mais segurança e assertividade.
1. Respeite as diferenças
As pessoas têm diferentes percepções, sentimentos e comportamentos sobre o que ocorre no dia a dia. Religião, política, futebol e assuntos particulares podem ser uma fonte de atritos por gerarem posicionamentos pessoais muito diferentes. Procure entender como funciona o mapa mental de cada colega e evite discutir assuntos polêmicos, ou seja, aqueles que podem gerar discussões desnecessárias.
2. Compartilhe informações
Quanto mais abertas e explícitas forem as informações, melhor. Se alguém for demitido ou promovido, explique as razões. Se trocar de fornecedor, perder um cliente ou contratar alguém de fora da empresa, compartilhe e ouça a opinião das pessoas. Não deixe que os boatos se espalhem para depois serem desmentidos.
3. Negocie ao invés de impor
Uma decisão será muito mais respeitada se for previamente negociada. O consenso é sempre mais produtivo do que uma decisão solitária. Além disso, as pessoas percebem quando a opinião delas é ouvida e respeitada.
4. Colabore sempre que possível
Procure ajudar outros colegas a resolver problemas, mesmo que não sejam de sua responsabilidade. Isso cria um ambiente de camaradagem, pois quem foi ajudado provavelmente não esquecerá e quase certamente também colaborará no futuro.
5. Quando errar, assuma
Um ambiente de trabalho saudável valoriza as pessoas, principalmente os líderes, que assumem suas falhas não-intencionais. Quando há esse clima, as pessoas se sentem mais propensas a criar alternativas diferentes e tendem a resolver problemas sem procurar culpados.
6. Celebre as conquistas
Festejar, mesmo as pequenas conquistas, como o atingimento da meta mensal, a aquisição de um novo cliente ou a promoção de alguém do grupo contagia o ambiente. Uma confraternização de meia hora energiza as pessoas, principalmente se o objetivo for comemorar vitórias coletivas.
Pesquisa do Instituto de Pesquisas Ilumeo aponta que 40% dos jovens que estudam ou trabalham com tecnologia querem abrir um negócio próprio nos próximos anos. Normalmente, eles têm duas ou três ideias que acreditam ser muito promissoras. O levantamento foi feito durante a Campus Party, realizada entre 28 de janeiro e 3 de fevereiro, em São Paulo. A falta de investimento inicial é o principal entrave para 44% dos jovens que buscam abrir um negócio próprio, aponta o estudo.
Entre outras dificuldades, estão a falta de capacitação técnica (14%) e de conhecimento sobre administração e mercado (12%). O consultor em gestão de pessoas Eduardo Ferraz destaca que, mesmo desejando, nem todos terão sucesso na iniciativa. “Entre os oito mil participantes da Campus Party que disseram ter vontade de abrir o próprio negócio, cerca de 10% deles vão efetivamente tentar, e não mais do que 1% conquistará sucesso como empreendedor.”
Ferraz explica que, além da personalidade adequada, é preciso estar disposto a enfrentar enormes esafios. “Muitas vezes a experiência vem com o tempo. Dificilmente um negócio vai dar certo na primeira tentativa, provavelmente só na terceira ou quarta. Entretanto, a experiência adquirida também com os fracassos ensinará muito ao jovem empreendedor”, comenta.
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