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Há inúmeros casos de empresas que tiveram que se reinventar, tirar produtos de linha, mudar de cara, nome e em casos extremos acabaram falindo por não terem antecipado crises ou por terem se acomodado.
Sabemos que sedentarismo faz mal, mas não só para a saúde das pessoas. No mundo corporativo a acomodação e a falta de disciplina também são prejudiciais para o futuro dos negócios. Entrar na zona de conforto por ser bem sucedido representa uma perigosa armadilha. Sim, o sucesso “engorda”!
É preciso estar atento ao ambiente à sua volta, à situação econômica, ao seu segmento de mercado, ao que os concorrentes estão fazendo, aos feedbacks da equipe e principalmente dos clientes. Estes são apenas alguns fatores que podem pegar de surpresa desde uma startup até empresas consolidadas. Há inúmeros casos de empresas que tiveram que se reinventar, tirar produtos de linha, mudar de cara, nome e em casos extremos acabaram falindo por não terem antecipado crises ou por terem se acomodado.
Seguem abaixo os cinco principais paradigmas de uma empresa que está sedentária e precisando urgentemente se mexer:
1. “As coisas funcionam assim há muitos anos”
Vivemos uma nova realidade. O mundo globalizado, as novas tecnologias e a velocidade das informações estão transformando comportamentos, atitudes e a maneira de as empresas atuarem. Os líderes e os negócios que não se adaptarem a esse novo contexto dificilmente sobreviverão.
2. “Agora que temos um grande produto não precisamos ir atrás de clientes, os clientes é que virão atrás de nós”
Ter um ótimo portfólio de produtos é um grande diferencial, mas estes produtos não são eternos. É fundamental não tratar clientes e fornecedores com arrogância, pois a concorrência não está dormindo e novos produtos são inventados todos os dias.
3. “Já que sou chefe, posso chegar mais tarde e sair mais cedo. Tenho equipe para isso”
Quando os líderes começam a dar maus exemplos, a disciplina desaba e junto com ela vêm os maus resultados.
4. “O cliente ficou insatisfeito? Faz parte. Há empresas onde a insatisfação é muito maior”
Além de gerar uma péssima tolerância com o erro, este pensamento subestima a capacidade de mobilização de clientes insatisfeitos, destruindo a reputação de muitas empresas. As redes sociais estão aí para provar.
5. “Não me preocupa o fato das pessoas não pararem na empresa. Saiu contratamos outro”
O turnover exagerado é grave e representa literalmente uma perda de massa crítica. Uma empresa que não retém seus funcionários dificilmente fideliza clientes.
O final do ano está chegando e é um ótimo momento para você analisar se sua empresa não está “sedentária”. Se o ano foi ótimo, parabéns! É um grande motivo para se manter em forma e ter um 2013 ainda melhor. Se foi mal, vale a pena se mexer para consertar o que for preciso, ganhar competitividade e não ficar refém de imprevistos.
Assim como ninguém é demitido do dia para a noite, nenhuma empresa quebra ou tem sucesso de maneira repentina. É fundamental permanecer fora da zona de conforto e trabalhar para manter a boa forma dos negócios.
http://www.administradores.com.br/informe-se/administracao-e-negocios/os-cinco-paradigmas-de-uma-empresa-sedentaria/68569/
Todos os anos no Brasil há um verdadeiro “exército” lutando por uma vaga nas universidades. Além da angústia da competição que em muitos casos é enorme, muitos perdem tempo e energia por não saberem exatamente qual curso escolher. O que fazer? E o medo de errar na escolha?
Para os jovens que faço aconselhamento de carreira, passo a orientação que eu mesmo gostaria de ter recebido no início dos anos 80, quando eu tinha meus 16 ou 17 anos. Naquela época me inscrevi, passei e concluí o curso de Engenharia Agronômica na Universidade Federal do Paraná. Hoje, com 48 anos de idade, posso afirmar que me dou muito melhor trabalhando como consultor na área de gestão de pessoas – atividade que exerço há mais de 20 anos e que não tem quase nada a ver com agronomia.
Com base nesses anos todos de experiência, posso afirmar que, mais da metade das pessoas com as quais trabalhei começaram em uma carreira e mudaram para outra diferente da que cursaram na graduação, às vezes mais de uma vez. Seria uma grande vantagem cursar uma faculdade que você tem convicção que será sua carreira para o resto da vida, mas poucos tem essa certeza.
Para escolher bem, faça uma lista daquelas profissões que você não gostaria de fazer de jeito algum. Depois faça a lista das que não tem certeza, mas acha interessantes. Por último, liste as que a encantam. Se sobrar pouca coisa, ótimo! Finalmente decida por aquela que você tem maiores chances de colocar seus talentos em ação, pois são eles que darão o “empurrão” na direção daquilo que você faz de melhor.
Se ainda assim continuar em dúvida, não opte por uma profissão muito específica como medicina, odontologia, geologia, matemática ou arquitetura. Eleja um curso que lhe permita amadurecer durante a graduação ou até alguns anos após ter se formado. Cursos que propiciem o aumento de sua cultura geral e que, ao mesmo tempo, permitam muitas opções de escolha de estágios (que é onde você vai ter uma ideia mais clara de como funciona a profissão) como, por exemplo: administração de empresas, economia, sociologia, comunicação social, entre outros.
Por isso, não fique tão angustiado, a maioria de seus concorrentes também está em dúvida. Pare um pouco e analise as opções! Não escolha o curso da moda, e sim, aquele que lhe dará mais chances de se destacar. Para quem é muito jovem parece complicado ouvir isso, mas é verdade: O sucesso será a soma de várias decisões durante a vida. Acertar o curso é só uma delas, boa escolha!
http://www.nota10.com.br/artigo-detalhe/4320_Hora-da-inscricao-para-o-vestibular,-e-agora-
Para atingir a alta performance é preciso reunir talento, prática deliberada, dedicação e disciplina
Cada vez mais profissionais estrangeiros, têm desembarcado no Brasil atraídos pela oferta de bons empregos e salários. Segundo o Ministério do Trabalho, o número de autorizações de trabalho subiu de 43 mil, em 2009, para 70 mil, em 2011 – em 1990 não passavam de 3.000 por ano. Desses novos imigrantes, mais da metade possui curso superior completo.
O que explica essa atratividade, além das crises econômicas que muitas dessas nações têm enfrentado são as perspectivas de crescimento de nosso país, mas, sem dúvida, é a enorme falta de mão de obra qualificada no Brasil o que faz com que as empresas ofereçam oportunidades excelentes capazes de atrair até quem está do outro lado do mundo. Entende-se por mão de obra qualificada, profissionais que tenham curso superior, pós-graduação, mas principalmente habilidades técnicas para trabalhar imediatamente. As dificuldades com o idioma acabam sendo secundárias.
Enquanto isso, os profissionais brasileiros também precisam estar atentos a esse momento positivo do mercado para surfar nessa onda de boas oportunidades, já que há uma enorme necessidade de melhorar a infraestrutura (portos, aeroportos, estradas, construção civil, exploração do pré-sal, etc.). Como vencer a concorrência estrangeira? A resposta é simples. Você precisa investir em seus pontos fortes, adquirir conhecimentos técnicos e obter a excelência em seu campo de atuação.
Para atingir a alta performance é preciso reunir talento, prática deliberada, dedicação e disciplina. Talento é uma aptidão natural para obter um desempenho melhor do que a maioria das pessoas. Prática deliberada é aquilo que se faz, especificamente, para aprimorar esse talento. Dedicação tem a ver com procura de treinamentos, o esforço consistente para aprender, e a disciplina para colocar o que foi aprendido na prática. Ser referência em qualquer área de atuação não costuma ser atividade animada e divertida. Trabalhar, estudar e se preparar 50% a mais do que a média das pessoas exige esforço, mas poupa muito tempo e é um atalho para o sucesso profissional.
No entanto, vale dizer que a prática deliberada não funciona em qualquer tarefa. Não adianta investir anos naquilo que a pessoa não gosta, ou não tenha aptidão. Esforço sem talento, ou talento sem esforço não geram resultados consistentes. Isso vale para qualquer atividade na qual se queira atingir resultados consistentemente acima da média. O profissional com talento e super treinado, sempre produz mais e não tem medo da competição nem de estrangeiros nem de outros brasileiros.
Eduardo Ferraz – Consultor em Gestão de Pessoas há 21 anos e especialista em treinamentos usando como base a Neurociência comportamental. Acumula mais de 30.000 horas de experiência prática em empresas de vários segmentos. É pós-graduado em Direção de Empresas pelo ISAD PUC-PR e especializado em Coordenação e Dinâmica de Grupos pela SBDG. Autor do livro “Vencer é ser você”, da Editora Gente.
Estrangeiros bem qualificados e em busca de emprego: você está pronto para concorrer com eles?
Para atingir a alta performance é preciso reunir talento, prática deliberada, dedicação e disciplina
Cada vez mais profissionais estrangeiros, têm desembarcado no Brasil atraídos pela oferta de bons empregos e salários. Segundo o Ministério do Trabalho, o número de autorizações de trabalho subiu de 43 mil, em 2009, para 70 mil, em 2011 – em 1990 não passavam de 3.000 por ano. Desses novos imigrantes, mais da metade possui curso superior completo.
O que explica essa atratividade, além das crises econômicas que muitas dessas nações têm enfrentado são as perspectivas de crescimento de nosso país, mas, sem dúvida, é a enorme falta de mão de obra qualificada no Brasil o que faz com que as empresas ofereçam oportunidades excelentes capazes de atrair até quem está do outro lado do mundo. Entende-se por mão de obra qualificada, profissionais que tenham curso superior, pós-graduação, mas principalmente habilidades técnicas para trabalhar imediatamente. As dificuldades com o idioma acabam sendo secundárias.
Enquanto isso, os profissionais brasileiros também precisam estar atentos a esse momento positivo do mercado para surfar nessa onda de boas oportunidades, já que há uma enorme necessidade de melhorar a infraestrutura (portos, aeroportos, estradas, construção civil, exploração do pré-sal, etc.). Como vencer a concorrência estrangeira? A resposta é simples. Você precisa investir em seus pontos fortes, adquirir conhecimentos técnicos e obter a excelência em seu campo de atuação.
Para atingir a alta performance é preciso reunir talento, prática deliberada, dedicação e disciplina. Talento é uma aptidão natural para obter um desempenho melhor do que a maioria das pessoas. Prática deliberada é aquilo que se faz, especificamente, para aprimorar esse talento. Dedicação tem a ver com procura de treinamentos, o esforço consistente para aprender, e a disciplina para colocar o que foi aprendido na prática. Ser referência em qualquer área de atuação não costuma ser atividade animada e divertida. Trabalhar, estudar e se preparar 50% a mais do que a média das pessoas exige esforço, mas poupa muito tempo e é um atalho para o sucesso profissional.
No entanto, vale dizer que a prática deliberada não funciona em qualquer tarefa. Não adianta investir anos naquilo que a pessoa não gosta, ou não tenha aptidão. Esforço sem talento, ou talento sem esforço não geram resultados consistentes. Isso vale para qualquer atividade na qual se queira atingir resultados consistentemente acima da média. O profissional com talento e super treinado, sempre produz mais e não tem medo da competição nem de estrangeiros nem de outros brasileiros.
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