Pesquisa do Instituto de Pesquisas Ilumeo aponta que 40% dos jovens que estudam ou trabalham com tecnologia querem abrir um negócio próprio nos próximos anos.  Normalmente, eles têm duas ou três ideias que acreditam ser muito promissoras. O levantamento foi feito durante a Campus Party, realizada entre 28 de janeiro e 3 de fevereiro, em São Paulo. A falta de investimento inicial é o principal entrave para 44% dos jovens que buscam abrir um negócio próprio, aponta o estudo.

Entre outras dificuldades, estão a falta de capacitação técnica (14%) e de conhecimento sobre administração e mercado (12%). O consultor em gestão de pessoas Eduardo Ferraz destaca que, mesmo desejando, nem todos terão sucesso na iniciativa. “Entre os oito mil participantes da Campus Party que disseram ter vontade de abrir o próprio negócio, cerca de 10% deles vão efetivamente tentar, e não mais do que 1% conquistará sucesso como empreendedor.”

Ferraz explica que, além da personalidade adequada, é preciso estar disposto a enfrentar enormes  esafios. “Muitas vezes a experiência vem com o tempo. Dificilmente um negócio vai dar certo na primeira tentativa, provavelmente só na terceira ou quarta. Entretanto, a experiência adquirida também com os fracassos ensinará muito ao jovem empreendedor”, comenta.

http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=116836

As pesquisas comprovam: cada vez mais as mulheres ocupam seu espaço no mercado de trabalho. De acordo com o Rais (Relação Anual de Informações Sociais), divulgada pelo Ministério do Trabalho, em dezembro de 2011, elas representavam 41,90% dos trabalhadores com carteira assinada no país. E um levantamento da empresa Catho divulgado em 2012 concluiu que o sexo feminino representa 23,85% dos cargos mais elevados (presidentes e CEOs).

Só que ao mesmo tempo em que a mulher tem se tornado cada vez mais dona do seu próprio nariz, tem também sofrido com as consequências dessas jornadas duplas ou triplas.

Na opinião do consultor em gestão de carreira, Eduardo Ferraz, a mulher tem características diferentes do homem no campo profissional. E sempre foi assim. “Enquanto o homem é mais agressivo e fala as coisas ‘na lata’, se estressando menos, as mulheres evitam bate-boca e vão acumulando os problemas. Isso gera uma carga de insatisfação e estresse muito grande”, explica.

Neste campo pessoal o homem mais agressivo não é mal visto, bem diferente da mulher, que acaba sendo rotulada quando age da mesma forma. Além de ser uma questão comportamental é também cultural.

“Se pegarmos 50, 60 anos de história no trabalho, podemos concluir que agressividade não é defeito para o homem, mas para o sexo feminino é, o que faz com que ela evite esse tipo de comportamento guardando para si o que pensa, acumulando problemas e instabilidade emocional”, diz Eduardo.

Um ponto que precisa ser deixado bem claro é que a mulher que trabalha fora tem jornada dupla ou tripla. Ao chegar em casa depois de um dia estressante de trabalho, ela ainda vai cuidar da casa, dos filhos e dar atenção ao marido. E da mesma forma que seu chefe cobra resultados, a família lhe cobra atenção. Por esse motivo é muito tranquilo para o homem sair às 6h de casa e voltar às 22h do que para a mulher. E se o filho fica doente, normalmente é a mulher que sai do trabalho no meio do expediente para levá-lo ao médico, não o homem.

Eduardo compara os profissionais de hoje aos artistas de circo, que equilibram quatro, cinco pratos ao mesmo tempo. O homem só tem cinco pratos e sabe administrá-los. Mas a mulher tem 10, por conta das tarefas dentro de casa, e não consegue dar conta, vai deixar cair um ou mais. “É por isso que acho que a mulher deve conversar com o chefe antes de se tornar vítima da situação. Porque ela será cobrada por não ter apresentado os resultados, o que vai lhe gerar estresse, crises de choro e depressão e até mesmo uma demissão”, pensa.

A busca pela independência e pela estabilidade no mercado de trabalho vê levando as mulheres a se casar e ter filhos cada vez mais tarde. Elas querem montar uma estrutura financeira melhor antes de formar uma família. E para conseguir administrar tudo, precisa impor limites. “Geralmente os chefes aceitam esse tipo de negociação, pois a ‘ausência’ da funcionária nas horas extras e fins de semana não tem relação com falta de resultado. É apenas uma forma de administrar melhor as tarefas. Quanto mais cedo ela negociar melhor para ela”, finaliza o consultor.

Por Juliana Falcão (MBPress)

http://vilamulher.terra.com.br/garota-enxaqueca-por-que-as-mulheres-estao-mais-agressivas-no-trabalho-5-1-37-1177.html

Especialista fala sobre como empreendedores podem ser chefes melhores

Com a enorme falta de mão de obra qualificada que sofre o Brasil, a maioria dos gestores, principalmente de pequenas empresas, está tendo grande dificuldade em contratar novos talentos e acaba se resignando em manter na empresa profissionais que eles acham que poderiam ser trocados.

A verdade é que muitos desses funcionários “descartáveis” têm talentos que poderiam ser mais bem aproveitados. Quer obter melhores resultados com sua equipe atual? Analise as seguintes sugestões.

1. Dedique-se a conhecer melhor seus atuais colaboradores
Com uma análise detalhada do desempenho de cada pessoa, é possível descobrir quem está sendo subaproveitado e quem está sobrecarregado.

2. Dê novas oportunidades a quem merece
Dê novas oportunidades e desafios aos profissionais que têm alcançado consistentemente bons resultados em sua empresa.

3. Faça treinamentos focados em seu negócio 
Bons treinamentos servem principalmente para aprimorar as habilidades técnicas e comportamentais de sua equipe. Portanto, seja seletivo e contrate aqueles treinamentos que tenham realmente a ver com seu negócio.

4. Coloque as pessoas certas nos lugares certos 
Posicione as pessoas onde possam usar as características mais marcantes da personalidade. O perfeccionista gosta de organizar, o extrovertido de se relacionar, o dominante de comandar, o impaciente de acelerar.

5. Estipule recompensas individuais 
A maioria das pessoas consegue um desempenho 20% a 30% superior quando as metas são justas, claras e, principalmente, premiadas individualmente.

6. Seja meritocrático 
Premie, reconheça e promova os melhores, independente do tempo de casa que possuem.

http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/como-melhorar-a-gestao-de-sua-equipe

Do ponto de vista das empresas, a falta de mão de obra qualificada acaba sendo um grave limitador para seu crescimento

Uma pesquisa internacional, divulgada recentemente pela CarrerBuilder, revelou que o Brasil é o país onde as empresas mais devem contratar em 2013. Isso acontece em um contexto em que a taxa de desemprego gira em torno de 5%, a mais baixa desde que se começou a se analisar esse índice, o que demonstra que vivemos um momento de pleno emprego.

Isso cria não só uma situação extremamente difícil para as empresas que não estão conseguindo recrutar mão de obra qualificada, mas um quadro muito favorável para os profissionais com bons currículos.

Os motivos são complexos e começam com uma educação de base deficiente, com muitos alunos saindo das escolas, por exemplo, sem saber escrever e interpretar um texto adequadamente. O mercado, por sua vez, necessita de pessoas cada vez mais bem preparadas, o que gera oportunidades de trabalho excelentes, mas pouca gente apta a assumi-las.

Obviamente leva uma enorme vantagem quem, além de uma formação escolar consistente, continuou estudando e se aprimorando, pois está encontrando as melhores vagas, já que nunca foi tão fácil mudar de emprego.

Do ponto de vista das empresas, a falta de mão de obra qualificada acaba sendo um grave limitador para seu crescimento. Como solução, algumas dessas empresas, além de buscar pessoas no mercado, estão selecionando estudantes no primeiro ano de faculdade em áreas como engenharia civil, por exemplo, fornecendo estágios e treinamentos, para depois efetivá-los com ótimos salários. Significa que muitas empresas acabam complementando a qualificação que falta aos profissionais.

Com todo esse quadro, os profissionais brasileiros têm ótimas opções para aproveitar as grandes oportunidades que essa escassez está proporcionando. Se já é bem qualificado, pode escolher onde trabalhar.  Pode também investir por conta própria em seu aprimoramento ou aproveitar vagas em regiões onde a demanda é ainda maior. Se em sua cidade não há muitas oportunidades para sua área profissional, procure opções em outras cidades ou estados que estejam contratando massivamente.

Os grandes eventos esportivos, o mercado de gás e petróleo, assim como as muitas obras de infraestrutura em várias regiões do Brasil são alguns exemplos de situações que estão gerando enorme demanda por trabalhadores em diferentes especialidades, com a vantagem de que, além de receberem melhores salários, poderem ser intensamente treinados pelas empresas.

http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/qualificacao-o-desafio-do-mercado-de-trabalho-brasileiro/73226/

Se você acha que gente estressada não pode ser bem-sucedida, você pode estar enganado. O consultor Eduardo Ferraz explica:

http://exame.abril.com.br/videos/mais-videos/e-possivel-ter-sucesso-sendo-estressado